FRUTAL: Hospital Frei Gabriel realiza campanha com o lema “Se não há cura, que haja conforto”

“Receber o diagnóstico de uma doença crônica não é uma sentença de morte,
é o primeiro passo para aprender a viver uma nova vida”
Com essa mensagem, a fisioterapeuta Juliana Dias dos Santos transformou um bate-papo no Hospital Frei Gabriel em um ato de acolhimento e conscientização.
Em um encontro dedicado ao Fevereiro Roxo — mês de conscientização sobre Alzheimer, Lúpus e Fibromialgia —, ela conversou com pacientes e funcionários não para falar de um fim, mas para traçar um novo começo.
O lema da campanha, “Se não há cura, que haja conforto”, guiou a conversa. Juliana explicou que o preconceito e a falta de acolhimento são os verdadeiros inimigos que unem essas três condições. A Fibromialgia, por exemplo, muitas vezes chamada de “doença invisível”, afeta o convívio social e pode ser injustamente confundida com “frescura” por quem não sente sua dor. Já o Alzheimer impõe desafios profundos à família, exigindo paciência e reestruturação da rotina. O Lúpus, por sua vez, faz o próprio corpo atacar órgãos como pele e rins, trazendo sintomas como manchas no rosto, dores e febres sem causa aparente.
Mas a virada de chave proposta por Juliana foi clara: viver com uma condição crônica não significa viver com sofrimento. Com tratamento adequado, fisioterapia e suporte multidisciplinar, é possível ter qualidade de vida.
Mais do que medicamentos, o que cura a alma é a empatia. O diagnóstico pode ser um divisor de águas — mas também pode ser o início de uma história de superação, adaptação e redescoberta da própria vida.
Fonte: Prefeitura de Frutal










